Kashe com galinhada


FICHA TÉCNICA: Kashe com Galinhada

Kashe

Kashe – 2 xícaras de chá

Ovo – 2 um

Manteiga – 20 gr

Caldo de legumes – 3 xícaras

Sal

Cebola – 1 um

Modo de preparo

1 – Misturar o kashe limpo com os ovos e deixar descansar por 5 minutos.

2 – Refogar mexendo até os grãos estarem bem soltinhos.

3 – colocar a manteiga, o sal.

4 – Adicionar o caldo e cozinha até que fique bem macia.

5 – Fritar a cebola bem dourada e colocar em cima da kasha pronta.

Galinhada

Ingredientes

1 – Arroz – 50 gr

Peito de frango com osso – 1 um

Azeite – 25 ml

Cebola picada – 25 gr

Alho – 5 gr

Tomate concasse (sem pele e sem sementes) – 1 un

Pimentão vermelho – 20 gr

Pimentão verde – 20 gr

Ervilha fresca – 25 gr

Açafrão em pó – 5 gr

Modo de Preparo:

1 – fritar o frango no azeite até dourar. Retire da panela e reserve. Na mesma gordura, adicionar a cebola e o alho e refogar.

2 – Adicionar o sal e o açafrão. Voltyar o frango para a panela e refogar mais um pouco.Adicionar o tomate, pimentões, ervilha fresca.

3 – Adicionar o arroz e refogar. Coloque o caldo de legumes (100 ml) quando começar a secar abaixe o fogo.

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Tchulent


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Tcholent

Ingredientes Quantidade Unidade de Medida
Batata 6 Unidade
Carne 500 Gramas
Ossos de carne Q.B Gramas
Cebola 2 Unidade
Feijão chileno 120 Gramas
Feijão Branco 120 Gramas
Feijão Fradinho 120 Gramas
Cevadinha 100 Gramas
Grão de Bico 100 Gramas
Água Q.B Q.B
Sal Q.B Q.B
Pimenta do Reino Q.B Q.B

Modo de Preparo:

  1. Deixe os feijões, a cevadinha e o grão de bico (Opcional) de molho durante a noite toda para facilitar a escolha.
  2. Frite a cebola em óleo por alguns minutos, descasque as batatas, deixando os menores inteiras e as maiores pela metade.
  3. Despeje a carne, os feijões e a cebola fritam numa panela grande, adicione cerca de ¾ de água, o sal, a pimenta e as batatas descascadas.
  4. Deixe ferver e então reduza a temperatura e conserve cozinhando, em fogo lento, quanto mais tempo melhor. Mantenha a panela destampada, acrescentando água se necessário.
  5. Antes de o Shabat começar, certifique-se de que haja água na panela, cerca de três centímetros sobre os ingredientes.
  6. Tampe bem a panela e coloque-a sobre a chapa do fogão, serve ao menos 6 porções para a refeição do Shabat.

Chajá – doce Uruguai


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Ingredientes Peso liquido        Medida caseira
Doce de Leite ½ lata ½ xicara
Leite 50 ml ¼ xicara
Biscoito Maria ou de Maisena 150 gr ½ xicara
Suspiro Pronto 100 gr 1/3 xicara
Creme de Leite Fresco 100 ml 1/3 xicara
Açúcar 10 gr 1 colher de sopa
Pêssegos em calda ½ lata ½ xicara
Ovos 2 un (120 gr) ½ xicara
Açúcar 24 gr 2 Colher de Sopa

 

 

Modo de Preparo:

 

  1. Misturar rapidamente no fogo o doce de leite com o leite;
  2. Quebrar os biscoitos em pedaços médios e reservar. Quebrar também os suspiros e reservar separadamente;
  3. Retirar os pêssegos da calda e corta-los em cubos pequenos;
  4. Na batedeira, bater o creme de leite fresco com 10 gramas de açúcar até obter o chantili macio, não muito consistente;
  5. Bater as claras em neve (desprezar as gemas) e juntar aos poucos as duas colheres de açúcar e bater até obter um merengue cremoso e brilhante. Com o auxílio do fuet, incorporar as claras ao chantili. Reservar.
  6. Em taças individuais, montar a sobremesa em camadas na seguinte ordem: Suspiros, doce de leite, biscoitos quebrados, chantili e os pêssegos. Repetir a seqüência e finalizar com o chantili. Esmigalhe o restante dos suspiros e polvilhe.
  7. Levar á geladeira até o momento de servir.

Ministério da Saúde lança tecnologia brasileira para diagnosticar vírus H1N1.


O Ministério da Saúde lançou o Kit Nacional para Diagnóstico da Influenza H1N1, tecnologia brasileira desenvolvida para identificar o vírus da gripe pandêmica. A partir de agora, o país tem capacidade de produzir os reagentes biomoleculares utilizados nos laboratórios para detectar a doença e se tornar mais independente do mercado internacional. O kit será fabricado por um consórcio entre a Fiocruz, por meio do Instituto de Tecnologia em Imunbiológicos (Biomanguinhos) e do Instituto Carlos Chagas (ICC), com o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar). O investimento do governo federal no projeto foi de R$ 3,36 milhões.

Com esta rede, o Brasil terá capacidade de produzir 80 mil testes por mês para o diagnóstico de Influenza H1N1, o suficiente para atender a demanda nacional. Durante a primeira onda da pandemia, entre abril e dezembro de 2009, foram realizados 73.121 testes. Com a vacinação de mais de 82,7 milhões de pessoas até esta quarta-feira, 23 de junho, a expectativa é que caia o número de casos graves e mortes suspeitas pela doença. O exame é indicado para pacientes internados com suspeita de gripe pandêmica, em casos de surtos em comunidade fechadas e para investigar óbito.

O primeiro lote fabricado pelos laboratórios do consórcio conta com 30 mil testes para detectar a doença em pacientes internados com suspeita de gripe pandêmica. Os reagentes biomoleculares servem para multiplicar o material genético do vírus (RNA viral) de modo a tornar possível sua identificação.

O teste brasileiro é, pelo menos, 55% mais barato que os insumos importados. O material produzido em outros países custa entre R$ 100 e R$ 150, enquanto o kit nacional custa R$ 45, aproximadamente. Além disso, a tecnologia desenvolvida no país representa uma novidade e um avanço em relação ao diagnóstico fabricado no exterior. Ele apresenta característica que tornam o teste ainda mais confiável e mais rápido. O tempo de análise é reduzido pela metade: passa de oito para quatro horas.

“Com esse projeto, o Brasil sai à frente na qualificação do diagnóstico de gripe H1N1. É uma tecnologia superior e mais segura que poderá, inclusive, ser exportada futuramente a outros países”, comemora o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, que estará presente na cerimônia de lançamento do teste.

O kit nacional reúne em apenas um produto (que contém dois tubos) os reagentes biomoleculares utilizados para detecção do vírus. Em países como Estados Unidos, França e Alemanha – principais fornecedores mundiais de insumos para diagnóstico de H1N1 − esses materiais são vendidos separadamente e misturados pelos profissionais do laboratório. Agora, sem necessidade desse procedimento, diminuirá o risco de falha humana e desperdício na manipulação dos insumos.

O teste será distribuído aos três laboratórios de referência para o diagnóstico da gripe H1N1: Fiocruz, Instituto Evandro Chagas (Pará) e Instituto Adolf Lutz (São Paulo); e a três Laboratórios Centrais de Saúde Pública (Lacen) localizados no Distrito Federal, no Paraná e na Bahia. Por enquanto, o teste nacional não estará disponível para laboratórios particulares.

Esses seis laboratórios contam com novas plataformas tecnológicas para o diagnóstico da gripe pandêmica. Elas fazem parte de um projeto-piloto brasileiro para detectar o vírus H1N1 e que, futuramente, também será utilizado para diagnosticar outras doenças, como aids, dengue, hepatite, meningites e outros problemas respiratórios. A proposta do governo federal é expandir as plataformas a outros Lacens depois que o projeto-piloto for consolidado, montando uma rede nacional de diagnóstico.

As plataformas são formadas por três máquinas – dois robôs e um computador – que realizam todas as etapas de identificação do vírus H1N1 de forma automatizada, sem interferência humana. Atualmente, a tecnologia utilizada nos laboratórios habilitados para o exame é menos automatizada e, portanto, mais lenta.

Fonte: Agência Fiocruz de Notícias

Publicado em: 25/06/2010 

Anvisa encontra agrotóxicos de alto risco para saúde humana em quase 30% dos alimentos.


Dados divulgados hoje (23) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) mostram que agrotóxicos de alto risco para a saúde humana, não autorizados pelo governo federal para determinados alimentos, estão sendo usados em várias culturas agrícolas brasileiras.

De acordo com levantamento do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (Para), em 15 das 20 culturas analisadas foram encontradas substâncias que estão em processo de reavaliação toxicológica na Anvisa devido aos seus efeitos negativos na saúde das pessoas.

“Encontramos agrotóxicos, que estamos reavaliando, em culturas para os quais não estão autorizados, o que aumenta o risco tanto para a saúde dos trabalhadores rurais como dos consumidores”, afirmou o diretor da Anvisa, Dirceu Barbano, por meio de nota.

Ao todo, das 3.130 amostras coletadas, 29% apresentaram algum tipo de irregularidade: resíduos de agrotóxicos acima do permitido e/ou ingredientes ativos não autorizados para aquela cultura. Pimentão, com 80% das amostras insatisfatórias; uva, com 56,4%; pepino, com 54,8%, e morango com 50,8%, foram as culturas mais problemáticas. O melhor resultado foi o da batata, com irregularidades em apenas 1,2% das amostras analisadas.

Segundo a Anvisa, as reavaliações toxicológicas são feitas sempre que há algum alerta nacional ou internacional sobre o perigo dessas substâncias para a saúde humana. Apesar de serem utilizadas em muitas plantações brasileiras, outros mercados não aceitam resíduos de muitos agrotóxicos e, por isso, eles não entram nas áreas de produção para exportação.

Algumas das substâncias que estão sendo reavaliadas, como endossulfan, acefato e metamidofós, já foram proibidas em vários países, mas estavam presentes em muitas das amostras coletadas. “São ingredientes ativos com elevado grau de toxicidade aguda comprovada e que causam problemas neurológicos, reprodutivos, de desregulação hormonal e até câncer”, afirmou Barbano.

Texto: Danilo Macedo
Fonte: Agência Brasil

 
Publicado em: 25/06/2010 

Truques do Sabor


http://truquedosabor.blogspot.com/

Programa Shalom Brasil na escola Projeto Chaverim


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